Museu Arqueológico da Lagoa Santa

O projeto de documentação e reorganização do acervo do Museu Arqueológico da Lapinha (MALS) teve início em 2010, a partir de uma demanda do Ministério Público Federal e do IPHAN-MG à Universidade Federal de Minas Gerais.

Em sua primeira fase (2012–2013), com financiamento do edital MEC/PROEXT-2011, a partir do “Projeto integrado para a consolidação do Centro Arqueológico da Região de Lagoa Santa” (SIGPROJ nº 78861.394.63043.04042011), foram implantados protocolos de registro
museológico, criada uma base de dados digital em WordPress, além da organização da Reserva Técnica no anexo do museu.

Após a incorporação do Museu Arqueológico da Lapinha ao Parque Estadual do Sumidouro, sob gestão do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG), a FAPEMIG financiou o projeto “Desenvolvimento de Protocolos para Revitalização da Infraestrutura de Preservação e Acesso de Coleções Científicas” (2023-2026), no âmbito da Rede Mineira de Conservação (REMIN), a partir do Edital nº 012/2023 – Redes Estruturantes de Pesquisa Científica ou de Desenvolvimento Tecnológico.

O projeto incluiu a remodelação da Reserva Técnica, situada no Museu Peter Lund (MPL); o tratamento do acervo, a implantação de acondicionamento adequado dos itens das coleções e a sistematização das informações em uma base de dados compatível com coleções científicas, por meio da plataforma Tainacan, promovendo a integração entre pesquisa, preservação e difusão, com acesso público ao acervo.